Saiba qual é a grande descoberta sobre os focos da endometriose.

O período menstrual se aproxima. Começam a surgir sentimentos contraditórios. Agonia, raiva, e ao mesmo tempo um sensação apreensiva de que algo ruim vem chegando. O que era para ser natural acaba se transformando em um pesadelo. Essa é a realidade para muitas mulheres que sofrem com a endometriose. Dor, enjoos e fisgadas fazem parte das suas rotinas.

Durante muito tempo, por conta de questões culturais que banalizam a dor da cólica, a doença não obteve a atenção necessária para a investigação do seu diagnóstico. Hoje em dia, apesar de médicos ginecologistas possuírem um maior esclarecimento sobre a enfermidade, há uma grande dificuldade em desvendar quadros mais complexos.

Uma paciente chega ao consultório sentada em uma cadeira de rodas. Ela diz que sempre quando está no período menstrual, não consegue andar. As dores são extremamente fortes, e analgésicos não chegam nem perto de aliviar qualquer fragmento. A cena descrita é assustadora, não mesmo? Mas surpreenda-se, pois esse quadro não é quadro tão difícil de encontrar nos consultórios ginecológicos. Mas o que será que causa tanto sofrimento?

Endometriose no assoalho pélvico: A grande descoberta.

Quando o esclarecimento da endometriose ganhou a sua devida atenção, muito se foi debatido a cerca dos órgãos frontais que são acometidos pelos focos da doença. A preocupação em proteger esses tecidos, sempre foi uma prioridade nos casos clínicos. São eles, bexiga, intestino e o próprio útero.

No entanto, há uma grande incidência de focos da doença, no compartimento lateral da pelve, que é pouco explorada por conta da dificuldade do seu diagnóstico.

A endometriose no assoalho pélvico acomete nervos, vasos sanguíneos e músculos, prejudicando as funções motoras da mulher. Caso exista um foco próximo ou junto ao nervo ciático, toda articulação dos membros inferiores será lesada.

Essa descoberta, realizada através da equipe de pesquisa científica do instituto Crispi, modifica paradigmas do tratamento da doença e trás uma nova abordagem de investigação. Certamente, essa descoberta irá ajudar muitas portadoras a diagnosticarem melhor os focos de endometriose que estão atrapalhando suas funções normais. Além de proporcionar, uma grande qualidade de vida no quadro clínico da dor.

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