Descubra o CadaverLab: A ferramenta de ensino mais moderna e eficaz dos dias atuais.

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Durante muitos anos, os avanços nas pesquisas médicas eram limitados por conta da baixa qualidade dos espécimes disponibilizados nas faculdades e cursos de medicina.

Ainda hoje, os alunos das graduações e pós fazem seus estudos em cadáveres mantidos no formol. Esse procedimento é necessário pois, antes de operar de fato um ser humano vivo, os alunos devem treinar em tecidos doados por voluntários. Esse é o ambiente no qual o aluno pode errar para aprender, coisa que não pode acontecer com um paciente.

A ideia deste treinamento é ótima, se não fosse por um motivo: cadáveres mantidos em formol por algum tempo tem suas estruturas danificadas. Os tecidos estão rígidos, alguns colados, a cor é diferente, a textura também. Realmente a experiência dos alunos com um indivíduo “de verdade” é prejudicada por conta da precariedade física do espécime.

Esse fator contribui para uma defasagem no aprendizado e conhecimento, levando o aluno a obter uma prática clínica com enormes lacunas. Ele possui mais chances de cometer erros no início da sua prática cirúrgica.

O uso dos animais como ferramenta de ensino, foi o que a princípio se pensou para o desenvolvimento das aptidões dos alunos. No entanto, há uma grande diferença anatômica entre os animais e os seres humanos, o que prejudica o processo de ensino/aprendizagem.

Com o CadaverLab, a experiência, tanto dos professores quanto dos discentes, transmite a sensação de realidade, com textura, cor e profundidade iguais a de um paciente vivo.  Além disso, possibilita ao estudante manobras cirúrgicas detalhadas com uma excelência criteriosa.

O aluno não precisa ter experiência prévia, pré-requisito ou anos de estudos, o que acaba sendo muito valioso para um estímulo profissional. Por exemplo, alunos residentes já podem ter noções de cirurgias avançadas. Uma curta experiência como essa, já pode contribuir muito para o conhecimento da formação. O aluno tem um ganho de meses, comparando aos métodos de ensino tradicionais, além do profundo conhecimento anatômico.

Ele ganha mais segurança e consegue ter um controle de dano maior, já que o cadáver bem preservado sugere a exposição de detalhes e discussão simultânea da escolha da técnica.

Imagina agora se todos os alunos e cirurgiões, que gostariam de se especializar, pudessem treinar suas práticas em cadáveres frescos: espécimes com estruturas preservadas, congelados a menos de 10° graus e acessíveis para estudo?

A instituição Health Learning Academy disponibiliza espécimes para fins acadêmicos com o intuito de democratizar o acesso aos estudos em cadáveres frescos e criar um campo para o desenvolvimento de pesquisas e novas descobertas médicas.

Em parceria com o Instituto Crispi de Cirurgias Minimamente Invasivas, o HLA, assegura a origem, testes de risco biológico, translado e descarte dos cadáveres que chegam dos Estados Unidos para o Brasil e ficam devidamente armazenados por equipes especializadas de tanatopraxia.

Entre em contato e saiba como fazer os nossos cursos, com CadaverLab: 0800 020 2019.

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